A Labareda On Line


ATIVIDADE EM REUNIÃO, APESAR DE ALTA, FOI MENOR QUE 2005

O IIRDE divulgou nesta manhã um balanço da atividade no Sacro Império de Reunião no ano de 2005.

 

No meio do ano passado, o IIRDE instituiu o MIB (mensagem interna bruta) índice que será usado para medir o crescimento ou encolhimento da atividade nas micronações.

 

O MIB de Reunião em 2005 foi de 18.459 mensagens, uma das maiores do micro-mundo, tendo alcançado uma média mensal de 1538 mensagens/mês.

 

O mês de maior atividade foi o de julho com 2879 mensagens contra 721 mensagens de janeiro, o mês menos "produtivo". >

 

 

No gráfico acima podemos perceber uma inversão na atividade no começo do ano. Enquanto em janeiro/2004 a atividade passou das 3000 mensagens, o mesmo período de 2005 apresentou uma queda de 76,36%, alcançando apenas 721 mensagens. Em 2004 o cenário foi de queda até abril enquanto que em 2005 os números se inverteram e atividade escalou até maio, quando alcançou 2497 mensagens contra 2623 em 2004.

 

Os meses de junho a agosto mostraram irregulares em relação aos dois períodos enquanto que o final do ano mostrou-se igualmente nos dois anos: tendência de diminuição da atividade.

  

Em números percentuais e para fins de registro histórico, o Sacro Império de Reunião encolheu 22,21% em relação ao ano passado.


Escrito por Alexandre Carvalho às 12h20
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A LABAREDA ON-LINE ENTREVISTA O SECRETÁRIO-GERAL DA MICROCON

A Labareda: Depois de um recesso de quase 30 dias, a MICROCON retomou as atividades. Quais serão os passos a serem tomados para esse ano?

 

Alexandre Carvalho: Apesar de termos discutido exaustivamente nossa nova Carta de Princípios, não conseguimos aprovar o documento final e o primeiro passo tomado foi justamente colocar em votação a nova Carta, bem como a lei orgânica de Adamstow, que é a capital do Território Intermicronacional das Ilhas Pitcairn, sede da MICROCON. Meu maior receio é que a baixa atividade possa por todo o trabalho a perder.

 

AL: E quanto às relações intermicronacionais, quais sãos os objetivos para este ano?

 

AC: Há uma coisa que percebi em relação a MICROCON: penso que vou ter que repetir eternamente que somos uma organização para todos, democrática, igualitária. Todas as nações serão aceitas na MICROCON, apenas por serem micronações. O fato de quando da constituição da organização eu era Chanceler de Reunião, é usado para as micronações se recusarem a participar. Um dos discursos mais cansativos em relação a MICROCON é do Jorge Guerreiro, de Portugal. As pessoas ao invés de participarem, preferem ficar em seus casulos falando coisas sem sentido.

 

E tem mais, a lista da MICROCON é aberta, todos os documentos estão disponíveis na Internet. Se você quiser ir como observador internacional, pode ir, se você quiser ir como jornalista, pode ir e se você quiser ir como “bicão”, pode ir também, então não justifica esses discursos vazios que fazem por ai. O próximo passo da MICROCON será convidar todos os países que ainda não assinaram com a gente.

 

AL: Mesmo com os países associados da OMU?

 

AC: Principalmente e por dois motivos. A OMU não tem nada a ver com a MICROCON. A OMU apenas existe por causa da MICROCON e foi criada para fazer oposição a Reunião, pensando que Reunião seria “dona” da MICROCON e não é. O que parece é que a OMU vai em direção oposta a MICROCON. Está correndo atrás do próprio rabo. É importante deixar bem claro. A OMU é um bloco anti-reunião e a MICROCON e uma organização intermicronacional, preocupada com o desenvolvimento de todos os estados micronacionais e não só os estados-membros. A OMU cuidará dos interesses dos estados-membros enquanto que a MICROCON cuidará dos interesses intermicronacionais, até mesmo de um integrante da OMU, se for o caso.

 

AL: E como a MICROCON pretende atuar no micro-mundo?

 

AC: Nossa intenção, ou melhor, minha intenção na formação de uma organização do porte da MICROCON foi tentar juntar o melhor do micronacionalismo, buscando soluções para os inúmeros problemas do MN. E não só dos problemas, mas também de inúmeros projetos que ainda não saíram do papel, como por exemplo, de um sistema econômico viável, baseado em dados reais, e não fictícios. Siena tem um projeto interessante. Michel Hullman também é outro entusiasta da economina micronacional.

 

Tenho certeza de que algumas mentes micronacionais poderiam sentar-se juntos e discutir vários aspectos, incluindo atividade, funcionamento de instituições e até mesmo relações intermicronacionais, que não vão bem ultimamente.

 

Tenho batido numa tecla nesses últimos dias. Porque ao invés de ficar se preocupando com que esta ou aquela micronação possa estar fazendo, não nos viramos para dentro de nossas micronações? Enquanto estamos discutindo se esse ou aquele governante é isso ou aquilo, nossas páginas estão desatualizadas, nossas leis vivem dando nó nas nossas pernas, nossos novatos ficam “vagando” por nossas praças públicas sem direção, até resolverem pegar a porta de saída e saírem falando que micronacionalismo é para retardado. Faz muito tempo que reclamo em minha micronação. Um trabalho de pesquisa, um lei bem elaborada, um trabalho bem feito gera 3, 4 comentários no máximo, uma discussão para mexer com esse ou aquele micro-país, rende dezenas, e muitas vezes centenas de comentários. É lamentável que o nível do micronacionalismo esteja nessas condições. A MICROCON também quer trabalhar nisso.

 

AL: Suas considerações finais.

 

AC: Cogitei mais de uma vez em abandonar a luta, mas estou lutando por coisas que acredito. E pode qualquer um falar o que quiser, vou continuar trabalhando pelo micronacionalismo, pois tenho a certeza de que podemos chegar muito mais longe de onde já chegamos. O MN gera grande riqueza intelectual, e tenho certeza de que todos os micronacionalistas da atualidade são pessoas excepcionais e que podem, se quiserem, promover um crescimento que chamo de “sustentável”, para o bem de todos.



Escrito por Alexandre Carvalho às 16h16
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DILEMA NO ECIE

O ECIE vive nessa semana um grande dilema: votar o fim dos banimentos que o próprio Egrégio aprovou recentemente, na ocasião do surgimento da Confederação dos Reinos Unidos (C.R.U.).

 

A medida proposta pelo Imperador Cláudio I visa apagar dos arquivos imperiais, os nomes do banidos, visando o retorno dos mesmos ao convívio de Chandon.

 

A votação é polêmica e o placar parcial é de 5 x 2 para a reprovação da proposta. Se for reprovada, será uma das derrotas mais inesperadas por parte do Palácio Imperial. Se for aprovada, o ECIE pode estar comprometendo seriamente a credibilidade da Casa bem como trazer a tona mais uma vez o clamor de alguns setores da sociedade reuniã por uma reforma no legislativo reunião.

 

O Conselheiro Imperial Carlos Fraga manifestou sua indigação ao mostrar que a sociedade reuniã considera o ECIE como uma Casa "sem vontade própria". Ainda segundo Fraga, a imagem do ECIE estaria em jogo dependendo do resultado e mandou um recados aos demais Conselheiros: "aos biônicos de sempre, que valorizem suas cadeiras e mostrem que uma lontra não seria capaz de substituí-los".

 

O Presidente do ECIE, Charles Goldstein, tentou mostrar que a Casa ainda contaria com um prestígio intocável e disse que "se a decisão tomada for diferente daquela determinada pelo Egrégio, deixarei minha cadeira de Conselheiro". Goldstein considerou que seria "melhor fechar o Egrégio a fazer dele órgão sem vontade respeitada".



Escrito por Alexandre Carvalho às 22h06
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A LABAREDA VENCE O PRÊMIO PRAVDA

Insígia John Reed de Jornalismo:

Alexandre Carvalho ganha seu segundo prêmio, desta vez, através do 'A Labareda' que liderou toda a votação, no dia em que o jornal completa 100 edições! A disputa pelo terceiro lugar foi tensa e o Post Factum passou o Planeta Diário nas últimas horas.

Vencedor: A Labareda . Reunião . 8 Votos


"A Labareda tem uma periodicidade surpreendente e uma ótima qualidade de informações, além de ser muito sucinto"

"Pela assiduidade e pela seriedade. A Labareda é incansável, um jornal praticamente diário, cobrindo os principais acontecimentos do micromundo. Realmente admirável."

"NENHUM! Mas nenhum periódico conseguiu tamanha proeza em estar diariamente aos
olhos dos micronacionalistas, quanto este. "

ALEXANDRE CARVALHO VENCE PRÊMIO DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS

Insígia Leon Trotsky de Relações Internacionais:

Nos primeiros dias, Crasnek e Graves estiveram voto a voto disputando a liderança, mas quando Alexandre recebeu os primeiros votos, ninguém mais o segurou.

Vencedor: Alexandre Carvalho . Reunião . 8 Votos


 

"Mesmo sem ter formação macro em Rel. Internacionais e mesmo sem experiência micronacional na área, criou e lutou por um projeto de integração das micronações lusófonas com uma gana e uma dedicação que eu nunca vira antes"

"Embora alguém possa discordar de alguns pontos específicos da execução ou até da validade de seu principal projeto, é impossível deixar de notar o empenho de Carvalho na constituição do MICROCON."

"Foi um brilhante promotor da diplomacia e união entre os países durante todo o ano. Não só a criação da MICROCON como também a forma com que se dirigi a outros representantes de Estado, é uma pessoa gentil e cortês."


Escrito por Alexandre Carvalho às 00h14
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Escrito por Alexandre Carvalho às 18h53
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Escrito por Alexandre Carvalho às 18h47
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